
O ser humano é misterioso, algo muito distante de ser decifrado. Ao nascer, entra no mundo sem conhecimento nenhum,vivendo exclusivamente em seu mundo. O mundo de alegrias e diversões, onde o ser é totalmente inocente, puro, sem muitos conhecimentos da realidade. É como se vivêssemos numa dimensão de sonhos na infância e acordássemos somente quando estivermos preparados pela sociedade. Tempo em que já estamos acostumados com a falsidade, ignorância, sofrimentos, desigualdades sociais, preconceitos ou seja onde nos adaptamos a podridão do mundo e não levantamos um dedo para tentar modificar este sistema. Apenas nos conformamos.
Brasil inclui todos esses elementos. Em São Paulo,cidade considerada uma das maiores metrópoles do país, tem medidas muito precárias em relação a organização e educação. Boa parte culpa do governo por não investir muito em educação e melhoria nas condições de vida, mas a outra parte é culpa do própria população. No mercado um tenta passar a perna no outro, só para poder subir de cargo,ter um maior reconhecimento ou um aumento no salário. Nas escolas há a exclusão social quando se trata de etnia ou questões econômicas,destacando as escolas particulares, o qual acredito que isso é uma das maiores influências na criação da personalidade da criança futuramente, tornando-se agressiva,isolada, violenta, muito tímida ou várias outras características que podem ser citadas com este tipo de comportamento.
Em transportes públicos e trânsito , são provas puras da falta de organização e educação. Todos querem chegar logo desesperadamente em seus destinos, dificultando a travessia de pedestres e passagem de outros veículos em ruas paralelas ou cruzamentos, não respeitando os faróis causando vários acidentes ao dia. Nos trens, metrôs e ônibus, milhares de pessoas são empurradas e obrigadas a passar sufoco dentro do transporte todo dia. E nenhuma medida é tomada para diminuir toda essa tensão. Até quando devemos viver no meio de tanta ignorância e corrupção? Espero que não seja quando o mundo estiver a “beira da morte”...
segunda-feira, 8 de setembro de 2008
Coisas... - Parte 1
Postado por R.Joji às 09:28 1 comentários
domingo, 7 de setembro de 2008
Clipe "All Is Full Of Love"
Bjork - All Is Full Of Love
You'll be given love
you'll be taken care of
you'll be given love
you have to trust it
Maybe not from the sources
you have poured yours
maybe not from the directions
you are staring at
Trust your head around
it's all around you
all is full of love
all around you
All is full of love
you just aint receiving
all is full of love
your phone is off the hook
all is full of love
your doors are all shut
all is full of love!
All is full of love
All is full of love...
Postado por R.Joji às 15:01 0 comentários
All Is Full Of Love

O clipe All Is Full Of Love da Bjork, dirigido por Chris Cunningham, é muito interessante por sua poética. Na minha concepção ele demonstra a relação do ser humano e a máquina como uma crítica, em que tornamos tão dependentes da tecnologia que algum dia ela chegará a ser semelhante ou superior a nós. A expressividade dos olhos que apresentam na face do andróide, que se assemelha ao rosto da cantora, é exatamente como a de um ser humano. Os brilhos causam a sensação de alguém dentro, onde foi aprisionado naquela forma pelas maquinas, remetendo ao filme do Charles Chaplin, Tempos Modernos, onde seu personagem é “engolido” por uma máquina durante o trabalho na fábrica, época em que a revolução industrial estava em seu auge.
A música fala sobre o amor de uma maneira diferente, em que tudo em volta tem amor, mas a pessoa recusa a recebê-la. E retratando isso de forma irônica mostra dois robôs que tem sentimentos, em que se beijam e se agarram de uma forma tão natural como se realmente fossem humanos, parece que eles podem sentir seu corpo ao toque. Como se tivessem a mesma sensibilidade do ser humano, sendo assim a única diferença entre o humano e máquina, a maneira como foram “construídos”.
Postado por R.Joji às 13:33 1 comentários

